Decomposição do Bloco Vermelho
- Partido que se serviu de palavras como liberdade, luta, democracia para no seio do povo atingir uma maturidade, maturidade essa nunca estável , talvez pelas suas ideologias rudimentares, ou pelo medo daquilo que se passou a leste, o PCP nunca conseguiu ser um partido jovem e saudável. Com a perda do seu líder, Carlos Carvalhas cuja imagem já apresentava um desgaste pela sua persistente balbúcie, chegou a hora de importantes decisões, a escolha do novo sucessor será mais do que nunca, a escolha do futuro, de um partido que luta contra a extinção.
- Independentemente da precisão cirúrgica da escolha do novo Secretário Geral, o PCP neste momento depende de dois grupos internos distintos; Os Conservadores e Os Reformadores, mas ambas as hipóteses conduzem ao precipício.
Então surge-nos a primeira hipótese a escolha de um líder Conservador, alguém fiel às velhas raízes do partido, então nada será diferente o PCP continuará em perda, perda essa significativa, ou não se tenha já visto que em todos os actos eleitorais o PCP está em perda de peso eleitoral, teremos então um PCP doente, inofensivo e reduzido a um núcleo central de resistentes.
A segunda hipótese essa prende-se com a escolha de um Reformador, alguém mais liberal, que o seu principal objectivo é o de reformar o PCP, as consequências essas, serão a rápida mas menos dolorosa morte do velho PCP, porque com novas ideologias, nova cara, não faz qualquer sentido continuar-se com o nome PCP.
O futuro esse, tudo nos dirá!
[David Ponte]

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