Guerra sem fim!
Enquanto pelo mundo se fala em luta pelo terrorismo, a França volta a curvar-se e recebe de braços abertos, “Um terrorista”, adiando mesmo dia após dia a sua morte.
Yasser Arafat, (Presidente do Comité Executivo da Organização de Libertação da Palestina), pode hoje fazer parecer-se um mártir que por chefiar a luta pela libertação do seu povo, foi cercado e obrigado a lutar pela sua sobrevivência num Quartel General. Mas ocultou sempre, o seu apoio e a sua ligação ao terrorismo, mostrando-se sempre, como alguém vítima de injustiças por parte de Israel, hoje luta pela vida, na impossibilidade e pela falta de condições e meios de sobrevivência em sua casa, foi transferido para o Hospital Militar Francês de Percy, foi nestas condições autorizado por Israel, que tenta assim evitar as responsabilidades em caso de morte do líder por falta de cuidados médicos, no seu Quartel General, a sair para receber cuidados médicos no estrangeiro, sendo o seu destino a França. Enquanto pelo mundo se organizam e discutem jornadas, “pela luta ao terrorismo”, a França volta a virar as costas ao mundo Ocidental, ignorando o passado terrorista, recebe o líder doente e bastante debilitado de braços abertos, talvez pelo medo de represálias da tão grande comunidade muçulmana, presente em França, em caso de recusa de cuidados médicos a Arafat, ou em alternativa viu nesta acção uma oportunidade de se aproximar e negociar a paz e a estabilidade, com o mundo e a comunidade Árabe.
O impasse mantém-se, o anúncio da morte tarda, mantendo-se congelado e desconhecido o estado de saúde de Arafat, em Ramallah estranha-se o clima de normalidade e serenidade, talvez por a comunidade já se ter habituado à ideia da morte do seu líder, ou por viverem em época de prosperidade, paz, que é a época do Ramadão, mas na impossibilidade de evitar por mais tempo a morte de Arafat, como se refere imprensa, o funeral está longe de ser uma manifestação pacífica, o seu desejo era o de ser sepultado na mesquita de AlAqsa, no pátio das mesquitas, o terceiro lugar sagrado do Islão, a seguir a Meca e Medina, mas este é um desejo potencialmente explosivo, estamos a falar não mais de território Israelita, pois Jerusalém é considerada uma cidade santa quer para os Muçulmanos, quer para o Judeus. Arafat é o símbolo da luta pela criação de um estado palestiniano, com a capital em Jerusalém Oriental. A sua sepultura ali seria, do ponto de vista Israelita, admitir que os Palestinianos têm direitos sobre a cidade, Ariel Sharon já avisou: “Enquanto estiver no poder, não faço tenções de o deixar, ele não será enterrado em Jerusalém”. Sobrepõem-se alternativas; fala-se em Gaza como uma outra possibilidade, mas discute-se o problema da insegurança com a presença de dignatários estrangeiros no funeral, a segurança dos mesmos será difícil de assegurar. Após mais um problema que vem agravar, ainda mais as relações destas comunidades, o futuro é uma constante incerteza, será que a comunidade Palestiniana e o novo líder vão apontar o dedo a Israel pela morte de Arafat, fazendo disso motivo de retaliação, volvendo novamente ao clima ataques interpolados, fugindo assim à resolução pacífica do conflito? Ou chegamos finalmente ao início do diálogo, e finalmente à Paz?
Yasser Arafat, (Presidente do Comité Executivo da Organização de Libertação da Palestina), pode hoje fazer parecer-se um mártir que por chefiar a luta pela libertação do seu povo, foi cercado e obrigado a lutar pela sua sobrevivência num Quartel General. Mas ocultou sempre, o seu apoio e a sua ligação ao terrorismo, mostrando-se sempre, como alguém vítima de injustiças por parte de Israel, hoje luta pela vida, na impossibilidade e pela falta de condições e meios de sobrevivência em sua casa, foi transferido para o Hospital Militar Francês de Percy, foi nestas condições autorizado por Israel, que tenta assim evitar as responsabilidades em caso de morte do líder por falta de cuidados médicos, no seu Quartel General, a sair para receber cuidados médicos no estrangeiro, sendo o seu destino a França. Enquanto pelo mundo se organizam e discutem jornadas, “pela luta ao terrorismo”, a França volta a virar as costas ao mundo Ocidental, ignorando o passado terrorista, recebe o líder doente e bastante debilitado de braços abertos, talvez pelo medo de represálias da tão grande comunidade muçulmana, presente em França, em caso de recusa de cuidados médicos a Arafat, ou em alternativa viu nesta acção uma oportunidade de se aproximar e negociar a paz e a estabilidade, com o mundo e a comunidade Árabe.
O impasse mantém-se, o anúncio da morte tarda, mantendo-se congelado e desconhecido o estado de saúde de Arafat, em Ramallah estranha-se o clima de normalidade e serenidade, talvez por a comunidade já se ter habituado à ideia da morte do seu líder, ou por viverem em época de prosperidade, paz, que é a época do Ramadão, mas na impossibilidade de evitar por mais tempo a morte de Arafat, como se refere imprensa, o funeral está longe de ser uma manifestação pacífica, o seu desejo era o de ser sepultado na mesquita de AlAqsa, no pátio das mesquitas, o terceiro lugar sagrado do Islão, a seguir a Meca e Medina, mas este é um desejo potencialmente explosivo, estamos a falar não mais de território Israelita, pois Jerusalém é considerada uma cidade santa quer para os Muçulmanos, quer para o Judeus. Arafat é o símbolo da luta pela criação de um estado palestiniano, com a capital em Jerusalém Oriental. A sua sepultura ali seria, do ponto de vista Israelita, admitir que os Palestinianos têm direitos sobre a cidade, Ariel Sharon já avisou: “Enquanto estiver no poder, não faço tenções de o deixar, ele não será enterrado em Jerusalém”. Sobrepõem-se alternativas; fala-se em Gaza como uma outra possibilidade, mas discute-se o problema da insegurança com a presença de dignatários estrangeiros no funeral, a segurança dos mesmos será difícil de assegurar. Após mais um problema que vem agravar, ainda mais as relações destas comunidades, o futuro é uma constante incerteza, será que a comunidade Palestiniana e o novo líder vão apontar o dedo a Israel pela morte de Arafat, fazendo disso motivo de retaliação, volvendo novamente ao clima ataques interpolados, fugindo assim à resolução pacífica do conflito? Ou chegamos finalmente ao início do diálogo, e finalmente à Paz?
Permanecemos então no desconhecimento, à espera que o tempo tudo nos diga!
[David Ponte]

1 Comments:
Sim, é natural que continuemos assim...nessa eterna espera temporal.Simples e dificil. Sem respostas.
Tudo tretas sobre um homem que lutou pelo seu povo,que devia ser enterrado no sitio que desejasse, nem que fosse no Kilimanjaro, mas que de martir não tem nada, venha o diabo e escolha entre ele o o Sharon.
2:59 da manhã
Enviar um comentário
<< Home