Prosternáre
“VIVA O MARXISMO-LENINISMO”, findou assim o texto escrito pelo emblemático do partido, Álvaro Cunhal, foi o apogeu e o encerramento do primeiro dia de congresso do PCP, os participantes gritaram e aplaudiram vigorosamente.
Nem tudo é motivo de felicidade neste partido, o manto negro persiste em ocultar o horizonte, um horizonte que me parece negro e carregado. Carlos Carvalhas tem já um homogéneo substituto, Jerónimo de Sousa, o seu programa permanece bastante discreto, mas é um conservador e continuará com certeza homorfo às raízes do partido, no PCP jamais algum secretário geral terá um papel dinâmico.
Tal como Carlos Carvalhas o foi, Jerónimo de Sousa o será, “orador”, escolhido por um órgão do partido para divulgar o que já à muito foi definido. As sementes deste PCP à muito foram lançadas à terra, e à muito que a colheita foi executada, quem ousar lançar novas sementes, sofrerá consequências, sem sementes novas, não há colheita, sem colheita não há alimento, torna-se então critico o processo de sobrevivência. O PCP é um partido moldado por métodos rudimentares, vê num comité central e autoritário uma mais valia à sua sobrevivência, pois remete ele mesmo para bem longe da liderança, “Os renovadores”, que são uma ameaça aos pilares do partido. O PCP encontra-se como num cerco do tipo, “época medieval”, cuja ocupação de pontos estratégicos pelo inimigo, resultavam no enfraquecimento das populações cercadas, era impossível a entrada de armas e alimentos, a causa disto era o surgimento da fome, e as consequentes doenças (pestes), que eram a conduta directa para à morte destas populações, por isso, só e envelhecido o PCP demonstra-se já afectado pela doença, que o deteriora, alguns militantes já vêem o BE a desempenhar a função de leucócito.Como disse Branca de Carvalho: “[O congresso do PCP] vai ser uma missa. A mesma missa que já ouvimos antes.”, dessa missa concluo eu; vai dela ser eleito um Papa, Papa esse já previamente “amputado”.
Nem tudo é motivo de felicidade neste partido, o manto negro persiste em ocultar o horizonte, um horizonte que me parece negro e carregado. Carlos Carvalhas tem já um homogéneo substituto, Jerónimo de Sousa, o seu programa permanece bastante discreto, mas é um conservador e continuará com certeza homorfo às raízes do partido, no PCP jamais algum secretário geral terá um papel dinâmico.
Tal como Carlos Carvalhas o foi, Jerónimo de Sousa o será, “orador”, escolhido por um órgão do partido para divulgar o que já à muito foi definido. As sementes deste PCP à muito foram lançadas à terra, e à muito que a colheita foi executada, quem ousar lançar novas sementes, sofrerá consequências, sem sementes novas, não há colheita, sem colheita não há alimento, torna-se então critico o processo de sobrevivência. O PCP é um partido moldado por métodos rudimentares, vê num comité central e autoritário uma mais valia à sua sobrevivência, pois remete ele mesmo para bem longe da liderança, “Os renovadores”, que são uma ameaça aos pilares do partido. O PCP encontra-se como num cerco do tipo, “época medieval”, cuja ocupação de pontos estratégicos pelo inimigo, resultavam no enfraquecimento das populações cercadas, era impossível a entrada de armas e alimentos, a causa disto era o surgimento da fome, e as consequentes doenças (pestes), que eram a conduta directa para à morte destas populações, por isso, só e envelhecido o PCP demonstra-se já afectado pela doença, que o deteriora, alguns militantes já vêem o BE a desempenhar a função de leucócito.Como disse Branca de Carvalho: “[O congresso do PCP] vai ser uma missa. A mesma missa que já ouvimos antes.”, dessa missa concluo eu; vai dela ser eleito um Papa, Papa esse já previamente “amputado”.
[David Ponte]

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home