Um Blog de David Ponte. Contacto: dav_russ@clix.pt.

sexta-feira, dezembro 31

Um muito obrigado, a todos aqueles que visitam o meu ainda recém-nascido blog, com apenas Três meses foi a forma mais simples, que eu encontrei para poder transmitir algumas das minhas ideias, pensamentos e críticas, que ainda, são pouco férteis e organizadas, por isso espero em 2005 poder ganhar mais confiança, e despertar em mim maiores qualidades nesta minha paupérrima escrita.
Desejo-vos, Um Feliz 2005.

[David Ponte]

Um ano que termina de luto, carregado de dor, sofrimento e morte.
O Onze de Março, marcou o início de uma etapa, a chegada do terrorismo Islâmico à Europa, a tragédia no Dafur (Sudão), na escola de Beslan na Ossétia do norte, são apenas Três casos que o choque entre culturas e a luta entre religiões provocaram o massacre de inúmeros inocentes, a prova como a instabilidade e a desconfiança ainda prevalece bem viva, entre culturas, continentes e povos.
Ano marcado pela morte de figuras históricas, da política, literatura, cinema, entre outros.
O Euro 2004, provou que o futebol é um perfeito anti depressivo, de um povo que não vive em harmonia vive em profunda desconfiança.
Acabamos o ano abandonados, sem liderança, todavia 2005 representa o início de um novo projecto, talvez o início da confiança, que os portugueses necessitam.
[David Ponte]

Palavras ao Vento!

“A rapariga acenou com a cabeça silenciosamente e seguiu Jim, mesmo quando este abriu a porta para um chuveiro, espreitaram para dentro e depois entraram.
Alguns minutos mais tarde Jim e a rapariga estavam abraçadas.
Um polícia entrou. «Hey, vocês miúdos! Saiam daqui! Não é permitido ninguém atrás do palco!»
Jim olhou para o polícia. «Quem diz isso?»
«Eu disse para saírem daqui. Vá, mexam-se!»
«Coma-o». Jim pressionava as partes com a mão em concha.
O polícia agarrou o bastão que estava preso no cinto. «Último aviso,» disse. «Última oportunidade.»
«Última oportunidade de o comer,» falou Jim com o sarcasmo.
A rapariga fugiu quando o polícia avançou e Jim apanhou com o spray químico na cara.
Jim passou à frente do polícia e atirou-se cegamente para a entrada, bramindo, «Bateram-me com o bastão! O porco nojento!» Juntou-se uma multidão e pela maneira cuidadosa como Jim foi tratado, o polícia compreendeu que tinha cometido um erro.”

In
“Daqui Ninguém Sai Vivo”; Jerry Hopkins and Daniel Sugerman

quinta-feira, dezembro 30

Aos Vinte anos aprendi!

“Aos Vinte anos aprendi, a natureza é um animal enfurecido pelo homem!”
Fiquei surpreendido, como um paraíso movido por uma força, pode ser tão mortífero. O mais surpreso, é como a tragédia é "relatada" pelos jornalistas. Impiedosos, transmitem imagens duras, fortes, sempre representadas de uma enorme mortalidade e aflição humana. O povo gosta disto, as televisões sabem disso. Repetitivas imagens de pessoas sendo arrastadas para o infinito, as imensas imagens de dor, de quem perdeu uma vida, uma família, um jornalista por entre o cheiro fétido de corpos em decomposição, procurando a entrevista “ideal”, uma criança que tenha sobrevivido, mas não saiba dos seus pais, fotos marcantes de amontoados de corpos em decomposição. Relato apenas alguns exemplos do que o jornalismo traz até nós, é patético, ser-mos brindados com o sofrimento dos outros, ver nele a forma mais indicada de atingir objectivos de ordem financeira, é esta a dura realidade, a luta das audiências, das preferências.
[David Ponte]

Hoje vale a pena ler.

“Esta dificuldade vem também do estado actual do partido, que a tendência para a unipessoalização reforça. Esta tendência acentua a fragilidade do PSD e castra a capacidade de pensar a política fora dos jogos locais e da realidade autárquica, as únicas sobre as quais existe experiência na direcção partidária. O partido está debilitado entregue a dirigentes de secção promovidos a presidentes de distritais, que, desde que entraram na JSD, têm carreiras de profissionais políticos.”
ler texto...

José Pacheco Pereira in jornal Público “Com a carteira ou com o coração? (vistos do lado do PSD e do PP)”

quarta-feira, dezembro 29

“Nobre Guedes trouxe para o governo um tempo dentro do tempo. Afinal esta maioria vive de paradoxos e contradições. Vítor Martins demite-se de presidente da Caixa Geral de Depósitos para poder voltar a ser presidente do cargo de que se demitiu. E Teresa Caeiro cancela os subsídios de teatro que no dia seguinte vai homologar. A poesia está na rua.”

[Eduardo Prado Coelho] in Público; “Singularidades”

O que o tempo nunca apagará.

Indonésia
«O cheiro a morte espalha-se no ar. Em Banda Aceh, capital da província de Aceh na ilha de Sumatra, os corpos estão espalhados pelas ruas. “Não temos sacos suficientes”, lamenta-se à AP o coronel Budi Santoso. Nem mãos que possam dar conta da imensa tarefa. Também não há água, nem comida e muito menos combustível.»

Sri Lanka
«Ali, como noutros pontos do país devastados pela fúria das ondas, o dia foi passado a abrir valas para colocar os quase 20 mil mortos. Por falta de pás, os habitantes recorriam às pás de padeiro dos fornos comunitários para escavar a terra. Outros usavam as mãos para abrir a última morada dos seus familiares.»

Tailândia
«Bejkhajorn Saithong, de 39 anos, procura o corpo da sua mulher.”O meu filho está a chorar pela mãe. Acho que é ela. Reconheço a sua mão, mas não tenho a certeza.”»

Fonte “Público”, 29 de Dezembro de 2004.


[David Ponte]

terça-feira, dezembro 28

A Natureza

Por vezes sentimo-nos,
senhores do mundo,
heróis dotados,
portadores de poderes esplêndidos.
Mas somos criação da natureza,
tentamos controlá-la,
mas apenas conseguimos perturbá-la.
Viveremos até que ela nos deixe.

[David Ponte]

Coração Polar

I

"Não sei de que cor são os navios
quando naufragam no meio dos teus braços
sei que há um corpo nunca encontrado algures no mar
e que esse corpo vivo é o teu corpo imaterial
a tua promessa nos mastros de todos os veleiros
a ilha perfumada das tuas pernas
o teu ventre de conchas e corais
a gruta onde me esperas
com teus lábios de espuma e de sal
sugemos teus naufrágio
se a grande equação do vento e da viagem
onde o acaso floresce com seus espelhos
seus indícios de rosa e descoberta.
Não sei de que cor é essa linha
onde se cruza a lua e a mastreação
mas sei que em cada rua há uma esquina
uma abertura entre a rotina e a maravilha.
há uma hora de fogo para o azul
a hora em que te encontro e não te encontro
há um ângulo ao contrário
uma geometria mágica onde tudo pode ser possível
há um mar imaginário aberto em cada página
não me venham dizer que nunca mais
as rotas nascem do desejo
e eu quero o cruzeiro do sul das tuas mãos
quero o teu nome escrito nas marés
nesta cidade onde no sítio mais absurdo
num sentido proibido ou num semáforo
todos os poentes me dizem quem tu és."

Manuel Alegre (n. 1936) in Poemas de Amor

segunda-feira, dezembro 27

A NATUREZA impõem o seu respeito, demonstra que não está adormecida, e nós por momentos aprendemos a respeita-la, é tarde. Só nos resta observar.

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[David Ponte]

domingo, dezembro 26

"Uma tremenda dor envolve a minha alma. Fiquei só! Foi apenas uma ilusão".
Prometes-te-me um beijo, momentos de felicidade, eu aguardei, a espera foi longa, pareceu ainda mais longa e dolorosa, vivi a ilusão de sentir o teu sabor, provar... o teu beijo. Tornei-me escravo do desejo, a amargura foi apenas temporária, pois, foi a decadência que se tornou, parte de mim...
Uma tremenda dor envolve a minha alma. Fiquei só! Foi apenas uma ilusão.

[David Ponte]




"Bella Donna"
Vincent Van Gogh
(1853 1890)

terça-feira, dezembro 21

excerto Tristezas do Desterro

(...)
Ai, que és tu, existência?! Um pesadelo,
Um sonho mau, de que se acorda em trevas,
Na vala dos cadáveres, em meio
Da única herança que pertence ao homem,
Um sudário e o perpétuo esquecimento.
(...)
E da pátria a saudade, em sonho triste,
Imóvel, do viver me tece a noite.(...)

(Alexandre Herculano, 1810-1877)

sábado, dezembro 18

Olho pela janela, os meus olhos enchem-se de escuro, as árvores oscilam, as nuvens refletem no seu rosto o futuro, a tempestade adivinha-se, as forças da natureza preparam-se para um novo embate, este desigual, mas o fruto da desigualdade, só assim é, colhido precocemente, por falta de sabedoria. Fruto verde não é bom, é tempo de colocar nova semente na terra. Resta-nos esperar a nova colheita, será que trás bom fruto, é duvidoso, para se colher bom fruto, o agricultor tem de ser cuidadoso e bom.
[David Ponte]

O Raiz do tempo adormeceu, mas não morreu.

sábado, dezembro 11

O Discurso à Nação



O Presidente Jorge Sampaio fez-nos esperar uma semana, para nos ler um discurso que já tinha preparado à quatro meses, um discurso demasiado sereno e pouco explicito, debateu demasiado assuntos de interesse menor e preferiu contínuar a esconder a razão pela qual afastou Santana Lopes.

[David Ponte]

sexta-feira, dezembro 10

Morais Sarmento



Para Morais Sarmento, exemplos de dissoluções do Parlamento em contextos similares só podem ser encontrados "numa lógica de caudilho". Por favor Doutor, antes de falar pense, porque senão contínua constantemente a dizer "Asneiras".

[David Ponte]

Palavras ao Vento!

"(...) Subitamente, a nossa lua-de-mel terminara, e era tempo de voltar ao lugar que eu escolhera para a reunião com os meus irmãos e as suas companheiras... se tivessem conseguido apanhar alguma. Tinha a certeza que o Oswald teria sucesso, mas tinha as minhas dúvidas quanto ao Wilbur e ao Alexander. No entanto, a Griselda afirmava não ter qualquer dúvida de que as suas três irmâs, como ele dizia, «se desembaraçariam». Sugeriu que nos aproximássemos furtivamente do lugar de encontro, víssemos quem chegava lá primeiro e quem ficava com quem.(...)"
in«Por Que Comi o Meu Pai» Lewis

quinta-feira, dezembro 9


D. Afonso VI
o Vitorioso (1943 - 1683)
Atacado na infância por doença não identificada, ficou marcado para sempre por uma hemiplegia que também lhe afectou o raciocínio. Leva uma vida desregrada e manifesta-se perfeitamente incapaz para assumir as responsabilidades do governo. Assim sendo, foi afastado do trono e desterrado para Angra do Heroísmo em 1669, donde regressa em 1674, sendo então encerrado no Palácio de Sintra até à sua morte.

quarta-feira, dezembro 8

Lizard King


para saber mais...

Born: December 8, 1943
Died: July 3, 1971

[David Ponte]

segunda-feira, dezembro 6

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

[Luís de Camões]

sábado, dezembro 4

À procura da república das bananas!

Esta história passa-se em pleno séc. XV quando um jovem aventureiro proveniente da alta burguesia elabora a pedido do rei, um complexo e elaborado plano para partir através do desconhecido em busca de novas terras, para conquistar novas riquezas.
Construíra um plano ambicioso em conjunto com os seus melhores amigos que o ajudariam também a executá-lo, para além dos melhores amigos partem dois marinheiros experientes, que já antes tinham participado em tarefas idênticas, a bordo segue também um grupo de escravos liderados por um homem sereno de média idade, que aparentava uma sólida debilidade de liderança, devido à constante conspiração de um jovem de seu nome José, seguia também um velho sábio, era por ele que teriam de passar todos os planos ele decidia e aprovava as decisões de Manuel, era um homem com muita experiência, designado pelo rei, para ajudar Manuel a cumprir a sua missão, não era uma experiência pioneira, em novo este sábio fora líder de um grupo de escravos que partiram rumo ao infinito, na volta ocorreu uma tempestade, a Nau corria o risco de naufragar carregada de pérolas e especiarias, o jovem Jorge pôs toda a sua vida em risco e salvou a tripulação e toda a riqueza, grato pelo seu feito o rei tornou-o um homem livre, e desde então lhe depositou grande confiança, ia também um jovem de seu nome Paulo, cuja sua presença incomodava muito Manuel, mas era como um representante do povo, enviado pelo rei, era um jovem ambicioso inteligente, e bem amado por o povo e pelo rei. Os primeiros dias da aventura foram difíceis e conturbados, mas passado o primeiro mês a tripulação já se tinha habituado a estas difíceis condições, mas com o passar de vários meses começam as maiores dificuldades a surgir, a carência de bens de primeira necessidade a bordo, a falta de terra firme torna-se um obstáculo enorme no psicológico dos marinheiros que acusavam loucura, e a bordo criavam por vezes um clima de alguma tenção, mas prontamente resolvida, a embarcação possuía algumas “debilidades”, as tempestades eram constantes e duras, o velho sábio aparentava-se sereno era o único. Um dia aconteceu o “à muito esperado”, no horizonte apareceu terra, o tédio estava prestes a terminar, deu-se o desembarque aperceberam-se que chegaram a uma terra especial, parecia um paraíso, prontamente foram recebidos por musas e saciados por sereias. O Manuel fora quem mais se impressionava e cada vez mais ficava apaixonado por esta terra, certo dia durante um passeio, encontra quem ele menos esperara um grande amigo de infância o Pedro, detentor de uma loucura invulgar, adorava novas experiências, e era caracterizado por uma virtude, “começava tudo, mas nunca acabava nada”, durante a sua juventude após várias lutas de liderança com Manuel, decidiu partir numa aventura, e nunca mais ninguém o viu, “mas aqui estava ele!”, sempre irreverente. Aproximava-se o dia da partida não era este o local procurado, aqui as riquezas já estava bem exploradas, não havia mais lugar para pequenos aventureiros, então Manuel contou os seu desejos a Pedro, disse-lhe; que não queria mais embarcar naquela Nau, não esperava que a vida no mar fosse tão difícil, o que queria realmente era ficar naquele paraíso chamado “Europa”, contou-lhe o seu plano de fuga, que iria acontecer na noite anterior à partida, e pediu a Pedro que o substituí-se, Pedro aceitou era uma ambição desde novo liderar uma grande aventura pelo mar, e assim foi, o Manuel fugiu, e no dia da partida a desorganização instalou-se na Nau, quando o desconhecido chamado Pedro com os seus amigos apareceram trazendo consigo um documento escrito por Manuel, que prontamente entregou ao sábio, onde estava profundamente explicito a vontade de ser Pedro a substituir Manuel na aventura, ele não queria mais prosseguir, a revolta instalou-se a partida tinha de ser adiada, os escravos balbuciavam, e conspiravam para tomar o poder do navio, todas as responsabilidades caíram sobre o sábio que se encontrava profundamente chocado, era agora nele que caíam todas as responsabilidades de decisão. Ao fim de dois dias fora o prazo dado ao sábio para tomar difícil decisão, que pálido e bastante abatido saiu do seu quarto e dirigiu-se prontamente para junto daqueles, que esperavam as suas palavras, dá a conhecer alguns pontos de vista e diz, que tem que julgar pelos desejos de Manuel que era um enviado do rei, então devido a isso, Pedro era o novo líder. Que fora prontamente avisado que a sua liderança é posta em causa a partir do momento em que a instabilidade torne proporções volumosas, Pedro ouve e concorda, logo dá sinal aos seus amigos para tomarem a liderança da Nau, que expulsão os mais experientes e fieis de Manuel, que discordam desta decisão, controlam também a fúria dos escravos, que já tinham mandado o seu líder ao mar acusando-o de incapacitado, agora é José que assume a liderança dos mesmos, Paulo esse mostra-se pensativo, não vê com bons olhos este novo aliado, mas mostra-se satisfeito, pois outra decisão podia ter consequências desastrosas na sua sobrevivência, o clima de maior acalmia, só se consegue após um pedido racional do sábio.
Dá-se a partida, na esperança que o novo líder possua hegemonia suficiente para concluir este ambicioso projecto, mas desde cedo se mostrou inexperiente, as decisões eram por si deliberadas e por si postas em acção, não pedia concelhos a ninguém apenas se revelava a dois fieis amigos, um tal de Sarmento e um rapaz chamado Rui, que aproveitavam a grande confiança que Pedro lhe depositava para se afirmarem, eram dois rapazes terríveis e autoritários. O clima tornou-se pesado e a tenção estava presente em toda a parte do navio que avançava muito tímido, José conspirava, e pedia a liderança, o velho sábio tentava remediar os problemas e constantemente repreendia Pedro, de dia para dia havia um amigo de Pedro que caía ao mar, empurrado por Pedro, a sua ineficaz política e falta de contenção na gestão punham em causa toda a subsistência da tripulação, arrastando-a para um beco sem saída. Os escravos mostravam-se dia para dia, cada vez mais impacientes, mas a falta de aptidão de Pedro, não pôde mais ser suportada, o velho sábio foi de novo obrigado a intervir, e afastou Pedro e o seu grupo da liderança, ao saber desta decisão Paulo apreçou-se a fugir numa pequena embarcação a remos, que servia para desembarque nas praias, com a cabeça a prémio Pedro e o seu grupo vivem momentos de embaraço, os escravos tomavam o controlo da Nau, obrigando Pedro e os seus amigos a mandam-se à água. O velho sábio fora poupado, afinal tinha raciocinado e agido conforme mandava a “constituição” nunca conforme a sua consciência. Prossegui a viagem, os escravos assumiram o controlo, e José assumiu a liderança.
Hoje após exaustivos estudos, ainda não se sabe qual o destino de Pedro e os seus amigos, Paulo sabe-se que desembarcou algures num reino para os lados do Oriente onde voltou a ser bastante popular, o navio esse nunca chegou a lugar algum, a missão nunca foi ela terminada, pois José também fora ele um mau líder.

[David Ponte]

sexta-feira, dezembro 3

O cordeirinho, que já foi lobo!

E lá contínua ele nas diversas reportagens! A fazer o papel de cordeirinho que fora mordido por um lobo, afinal o homem tem jeito para representar ainda a semana passada era lobo, hoje já é cordeirinho.



[David Ponte]

Palavras ao Vento

“(...)a) A teoria política

Esta seria a área onde a filosofia política, essencialmente valorativa, a análise linguística e de conteúdo, a história das ideias políticas e os estudos sobre o fenómeno ideológico teriam lugar. Partamos da palavra «estado». A filosofia queria saber qual o estado ideal, a partir das obras clássicas sobre o assunto. A análise de conteúdo, a hermenêutica, a linguística, colocariam a expressão na sua época e no discurso próprio «, tentando compreender o seu uso e sentido particular. A história das ideias políticas inquiria sobre a evolução do conceito para o pensamento cívico internacional. Uma análise sobre a ideologia debruçar-se-ia sobre tipos particulares de «estados», figurando na panóplia doutrinária de movimentos, partidos, regimes, seitas, clubes de pensamentos ou grupos de pressão.(...)”

In “O que é Política” de (Nuno Rogeiro)

quarta-feira, dezembro 1

Ventos Fortes!1

Depois de mais uma tempestade, espero agora, que o futuro do PSD, seja sériamente pensado.

[David Ponte]

Ventos Fortes!

Não devemos julgar o nosso Presidente da República de criar instabilidade, mas sim Santana Lopes, pela sua falta estabilidade na sua orientação política. Jorge Sampaio ofereceu a corda, Santana Lopes atrapalhou-se com ela, devia com este utencílio fugir ao ambismo, mas, embaraçou-se e acabou por se enforcar. "foi fraco, não consegiu ser suficientemente ágil na movimentação do utencílio". Foi um período de instabilidade onde vigorou a falta de aptidão, o autoritarismo. Mas não devemos culpá-lo só a ele, Durão Barroso, foi ele que nos abandonou, foi oportunista, deixou-nos com alguém imponente, e com falta idoneidade.
[David Ponte]

Equação da semana

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