Campanha
Termina hoje a campanha eleitoral, amanhã é dia de assentar ideias, repousar e ver o que correu mal. No dia seguinte uns ganham, outros perdem e todos tem de assumir responsabilidades.
Não foi só o país que entrou num período de instabilidade após a substituição de Durão Barroso por Santana Lopes, o Partido Social Democrata, entrou também ele numa fase menos positiva, a ala dura desde logo contestou a atitude tomada por Durão Barroso, formando assim um cerco apertado a Santana Lopes, mesmo assim de nada Santana tem a queixar-se, toda a responsabilidade na dissolução da Assembleia da Republica, só se deve a ele e a toda ambiguidade com que enfrentou os problemas. O Partido tomou atitudes para resolver as revoltas internas, iniciou o Verão a desfazer-se do peso das vozes descontentes, enviou o “enfant terrible” para o Parlamento Europeu e negociou um pacto de paz com críticos menos coerentes, facilitando assim o alargamento do cerco, que apenas se mantém pela voz dos históricos do partido.
O Partido Socialista também iniciou o Verão a limpar a casa, de forma mais pacífica é certo. O seu antigo líder, decidiu voluntariamente demitir-se, ele que mantinha uma grande amizade com um antigo ministro, que tem entre si uma acusação de prática de hábitos terríveis, condenados por um ser humano normal.
Com isto, para estas eleições partiram dois subsistemas pasteurizados, que tem em comum, dois líderes dotados de uma incompetência total e partilham o mesmo neurónio.
Não foi só o país que entrou num período de instabilidade após a substituição de Durão Barroso por Santana Lopes, o Partido Social Democrata, entrou também ele numa fase menos positiva, a ala dura desde logo contestou a atitude tomada por Durão Barroso, formando assim um cerco apertado a Santana Lopes, mesmo assim de nada Santana tem a queixar-se, toda a responsabilidade na dissolução da Assembleia da Republica, só se deve a ele e a toda ambiguidade com que enfrentou os problemas. O Partido tomou atitudes para resolver as revoltas internas, iniciou o Verão a desfazer-se do peso das vozes descontentes, enviou o “enfant terrible” para o Parlamento Europeu e negociou um pacto de paz com críticos menos coerentes, facilitando assim o alargamento do cerco, que apenas se mantém pela voz dos históricos do partido.
O Partido Socialista também iniciou o Verão a limpar a casa, de forma mais pacífica é certo. O seu antigo líder, decidiu voluntariamente demitir-se, ele que mantinha uma grande amizade com um antigo ministro, que tem entre si uma acusação de prática de hábitos terríveis, condenados por um ser humano normal.
Com isto, para estas eleições partiram dois subsistemas pasteurizados, que tem em comum, dois líderes dotados de uma incompetência total e partilham o mesmo neurónio.
O que eles fizeram:
José Sócrates; «Queremos uma maioria absoluta, para governar melhor», parece ser a única coisa coerente que sabe dizer.
Pedro Santana Lopes; Praticou uma campanha ao seu nível, suja. O seu trunfo foi apenas um, ferir Sócrates com; “causas pessoais”.
Paulo Portas; A obsessão dos 10%, foi ponto de campanha, mesmo assim parece ser o único capaz de demonstrar competência e lucidez de ideias.
Jerónimo de Sousa; Independentemente de tudo é um guerreiro. Quanto a diálogo, foi bom ter perdido a voz durante o debate, ele persiste numa colagem de ideias sem nexo e já ultrapassadas.
Francisco Louçã; Feroz, arrogante, desafiador, possui o perfil do Ditador.
O positivo de todas as campanhas e esta não foi excepção disso, é o facto das pequenas cidades e vilas do interior, se tornarem por momentos, potenciais polos industriais, dotados de uma tecnologia e uma mão de obra sobrenatural, é o político a seduzir o povo, ele vê, ouve e acredita, o político sorri.
José Sócrates; «Queremos uma maioria absoluta, para governar melhor», parece ser a única coisa coerente que sabe dizer.
Pedro Santana Lopes; Praticou uma campanha ao seu nível, suja. O seu trunfo foi apenas um, ferir Sócrates com; “causas pessoais”.
Paulo Portas; A obsessão dos 10%, foi ponto de campanha, mesmo assim parece ser o único capaz de demonstrar competência e lucidez de ideias.
Jerónimo de Sousa; Independentemente de tudo é um guerreiro. Quanto a diálogo, foi bom ter perdido a voz durante o debate, ele persiste numa colagem de ideias sem nexo e já ultrapassadas.
Francisco Louçã; Feroz, arrogante, desafiador, possui o perfil do Ditador.
O positivo de todas as campanhas e esta não foi excepção disso, é o facto das pequenas cidades e vilas do interior, se tornarem por momentos, potenciais polos industriais, dotados de uma tecnologia e uma mão de obra sobrenatural, é o político a seduzir o povo, ele vê, ouve e acredita, o político sorri.
Desta campanha apenas uma coisa é certa, domingo vamos votar em carne de terceira.
[David Ponte]

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