O palhaço manobrava um revolver no centro do palco. Os espectadores sorriam.
-"Que forma mais estranha de humor!" Pensava Valter Hunter, que se deslocara naquela tarde ao circo com a sua filha.
O palhaço vira-se repentinamente, e corre para a cortina que o manda para junto da solidão dos bastidores, onde a sua face deixa de ser o sentido da alegria, e passa a sentir a tristeza. Pára inesperadamente e aponta o revolver à sua cabeça. À sua própria cabeça. Um... Dois... Três segundos passam, e dispara. À excepção de Valter Hunter todos os espectadores se atiram estupidamente ao chão. O homem cai, sem vida.
-"Que forma mais estranha de humor!" Pensava Valter Hunter, que se deslocara naquela tarde ao circo com a sua filha.
O palhaço vira-se repentinamente, e corre para a cortina que o manda para junto da solidão dos bastidores, onde a sua face deixa de ser o sentido da alegria, e passa a sentir a tristeza. Pára inesperadamente e aponta o revolver à sua cabeça. À sua própria cabeça. Um... Dois... Três segundos passam, e dispara. À excepção de Valter Hunter todos os espectadores se atiram estupidamente ao chão. O homem cai, sem vida.
[David Ponte]

1 Comments:
Gostei deste texto depois de me ter assustado por não reconhecer o blog ;)
12:29 PM
Enviar um comentário
<< Home